Forgetting Sarah Marshall (em pt: Um belo par de ... patins), é um filme bem sucedido na medida em que demonstra partes de bastante comédia (não é por acaso que é um filme de comédia), mas no fundo é completado com duas ideias essenciais: há sempre novas oportunidades e a fama não dá felicidade.
Peter Bretter (Jason Segel), um mero compositor de musicas, namora com Sarah Marshall (Kristen Bell), uma actriz famosa, que decide, termine a relação de 5 anos, deixando Peter desvastado.
Este, a conselho de um amigo, viaja para uma aventura no Havei, que lhe mudará a vida.
Muitos desastres, brincadeiras, parvoíces, amor. Aventuras e desventuras, românticas e comediantes, que tornam o filme apaixonante e cómico, assim como o trailler fazia prever.
A sua ex-namorada, e a sua próxima namorada, permanecem no hotel. A primeira a aproveitar umas férias, a segunda a trabalhar.
Rachel (Mila Kunis), é a rapariga que muda tudo, torna o filme um pouco romântico, sendo o ombro amigo de Peter, que aos poucos vai-se apaixonando novamente.
Depois de muito se esforçar para mudar de rumo na vida, Peter regressa a sua casa, onde termina uma espécie de teatro sobre Vampiros, e no final do mesmo, depois de muitas aventuras, Rachel vai ter com ele e demonstra que afinal ele vale mais do que pensa, e que nunca é tarde para viver uma nova vida.
Não se pode exagerar dizendo que é um filme de nota 10, mas é sem duvida um filme excelente, para passar um belo serão.
Atractivo, romântico, cómico, interessante, é um filme completo, mas que por ser simples demais, não consegue ser perfeito.
Nota para o momento em que Rachel e Peter, depois de um belo e grande salto para o Mar, dão um beijo apaixonado. Um momento delicioso para todos aqueles apaixonados.
Apesar de ser muito cómico, atenção a algumas partes menos próprias, que mesmo sendo cómicas, podem ofender os mais sensíveis.
Para terminar, e a mensagem mais importante que o filme passa, "Para onde tu vais, é o que tu serás". Peter, mudando drasticamente de cidade, venceu o drama que passara durante muitos dias, venceu a dor, e conquistou um novo amor. Nunca é tarde para conseguir isso.
E um filme vencedor, porque mete os espectadores a sorrir, a pensar e transforma a vida desses mesmo espectadores, dando esperança na vida dos mesmos.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
"Last Chance Harvey" [2008]
De: Joel Hopkins
Com: Dustin Hoffman, Emma Thompson, Eileen Atkins, Kathy Baker
Last Chance Harvey (em pt: A um passo do amor), é um filme tão complexo, que acaba por ser deveras simples. Não é original, nem tão pouco inovador.
Não parte de uma premissa nunca antes vista, nem tem um desenrolar espectacular como muitos outros poderão ter. Mas, dependendo do ponto de vista do espectador, este filme pode passar pelo fracasso ou pelo sucesso. Porque, na realidade, Last Chance Harvey não tem como objectivo ser um filme marcante ou diferente. É apenas um simples relato de um encontro de duas pessoas, que precisavam de uma nova oportunidade.
E este apenas é bastante eficaz, porque acaba por ser bastante tocante.
Harvey Shine (Dustin Hoffman), com ar atrapalhado, e Kate Walker (Emma Thompson) com um ar mais descontraído. Um casal com destino traçado, mesmo sem se conhecer.
Harvey, divorciado, a filha noiva e com preferência no padrasto, e Kate, solteira, com uma mãe um tanto maluca em casa.
Desperdiçando a última oportunidade de reconquistar a sua filha, Harvey prefere aproveitar a última oportunidade no seu emprego. Mas quis o destino que Harvey desse oportunidades a outras coisas.
E assim foi. Não só aproveita a última oportunidade com a sua filha, Susan (Liane Balaban), como também ganha uma última oportunidade de viver.
Este é um filme muito simples, rodeado de muita emoção, muito sentimento. Acaba por nos tocar fundo no coração, por isso mesmo, por ser simples. Sem grandes gráficos, ou maquilhagens, ou até cenários. Um filme apenas preocupado a mostrar ao mundo que todos merecemos uma última oportunidade. E nem sempre isso é pelo caminho mais fácil, mas sempre é o melhor caminho,
"It's never too late to open you heart." (nunca é tarde para abrir o coração)
"It's never too late to change your life." (nunca é tarde para dar uma oportunidade à tua vida)
"It's never too late to take a change." (nunca é tarde para ter uma oportunidade)
Uma crítica tem de recolher informações sobre um filme, tentar demonstrar a grandeza, ou não, do filme, e o porque de o poder ver ou não. Sem duvida que, essas três frases acima referidas, completam o filme do início ao fim.
Depois de ver o filme, depois de me sentir dentro da história, depois de respirar fundo com uma lágrima no canto do olho, pensei nessas três frases, e disse para mim mesmo que nunca será tarde para ser feliz.
Com: Dustin Hoffman, Emma Thompson, Eileen Atkins, Kathy Baker
Last Chance Harvey (em pt: A um passo do amor), é um filme tão complexo, que acaba por ser deveras simples. Não é original, nem tão pouco inovador.
Não parte de uma premissa nunca antes vista, nem tem um desenrolar espectacular como muitos outros poderão ter. Mas, dependendo do ponto de vista do espectador, este filme pode passar pelo fracasso ou pelo sucesso. Porque, na realidade, Last Chance Harvey não tem como objectivo ser um filme marcante ou diferente. É apenas um simples relato de um encontro de duas pessoas, que precisavam de uma nova oportunidade.
E este apenas é bastante eficaz, porque acaba por ser bastante tocante.
Harvey Shine (Dustin Hoffman), com ar atrapalhado, e Kate Walker (Emma Thompson) com um ar mais descontraído. Um casal com destino traçado, mesmo sem se conhecer.
Harvey, divorciado, a filha noiva e com preferência no padrasto, e Kate, solteira, com uma mãe um tanto maluca em casa.
Desperdiçando a última oportunidade de reconquistar a sua filha, Harvey prefere aproveitar a última oportunidade no seu emprego. Mas quis o destino que Harvey desse oportunidades a outras coisas.
E assim foi. Não só aproveita a última oportunidade com a sua filha, Susan (Liane Balaban), como também ganha uma última oportunidade de viver.
Este é um filme muito simples, rodeado de muita emoção, muito sentimento. Acaba por nos tocar fundo no coração, por isso mesmo, por ser simples. Sem grandes gráficos, ou maquilhagens, ou até cenários. Um filme apenas preocupado a mostrar ao mundo que todos merecemos uma última oportunidade. E nem sempre isso é pelo caminho mais fácil, mas sempre é o melhor caminho,
"It's never too late to open you heart." (nunca é tarde para abrir o coração)
"It's never too late to change your life." (nunca é tarde para dar uma oportunidade à tua vida)
"It's never too late to take a change." (nunca é tarde para ter uma oportunidade)
Uma crítica tem de recolher informações sobre um filme, tentar demonstrar a grandeza, ou não, do filme, e o porque de o poder ver ou não. Sem duvida que, essas três frases acima referidas, completam o filme do início ao fim.
Depois de ver o filme, depois de me sentir dentro da história, depois de respirar fundo com uma lágrima no canto do olho, pensei nessas três frases, e disse para mim mesmo que nunca será tarde para ser feliz.
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